
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
O que são coisas do coração?

Onde estará?
Carrego meu próprio mundo
Pesado em minhas mãos
Ansiando o ser amado
Que desejo e luto.
Coração explode
Do acúmulo de amor
Que pelo ser amado
Deságua como um dilúvio.
Pesado em minhas mãos
Ansiando o ser amado
Que desejo e luto.
Coração explode
Do acúmulo de amor
Que pelo ser amado
Deságua como um dilúvio.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Minha Montanha

Em minha Montanha
Percorro os mais inusitados labirintos
Construídos por mim
E por você.
Vago nos obstáculos distintos
Caindo em armadilhas
E sentimentos infindos
Montanha repleta de fractais,
Fábulas
Poesias, prosas
Contos sem finais.
Em seu pico,
A esperança permanece
Por te ver
Fazendo minha emoção se enaltecer
Corroída minha alma
Explode da carência
Das mãos que o destino
Me ausenta.
Com cautela,
Analiso meus passos
Equilibro meus pensamentos
Para aqui, não enlouquecer!
Percorro os mais inusitados labirintos
Construídos por mim
E por você.
Vago nos obstáculos distintos
Caindo em armadilhas
E sentimentos infindos
Montanha repleta de fractais,
Fábulas
Poesias, prosas
Contos sem finais.
Em seu pico,
A esperança permanece
Por te ver
Fazendo minha emoção se enaltecer
Corroída minha alma
Explode da carência
Das mãos que o destino
Me ausenta.
Com cautela,
Analiso meus passos
Equilibro meus pensamentos
Para aqui, não enlouquecer!
domingo, 25 de novembro de 2007
Rendição

Entrego-me a ti
Ó Fabuloso Mar,
Em tua extensão
Jamais percorrida pelo meu Ser
Fundo-me com prazer
Para ti,
De corpo e Alma
Pertencer.
Enraizando o querer
De minhas vontades
Que suplicam,
Desesperadamente
Por tua divina aceitação,
Benção,
Que toda tua graça
Pode oferecer...
Carrega-me em tuas ondas
Espumando meus pesares
Dissipando minhas mágoas
Emergindo-me por inteiro
De amor,
Amor, amor
E a tão gozada Paz!
Ó Fabuloso Mar,
Em tua extensão
Jamais percorrida pelo meu Ser
Fundo-me com prazer
Para ti,
De corpo e Alma
Pertencer.
Enraizando o querer
De minhas vontades
Que suplicam,
Desesperadamente
Por tua divina aceitação,
Benção,
Que toda tua graça
Pode oferecer...
Carrega-me em tuas ondas
Espumando meus pesares
Dissipando minhas mágoas
Emergindo-me por inteiro
De amor,
Amor, amor
E a tão gozada Paz!
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Vendada no Paraíso

Minha visão está limitada
Encontro-me num espaço escuro
Tento andar em linha reta
Agarrando com cautela o ar que sinto, para atingir uma meta...
Mergulho na minha própria submissão
Com meus olhos inutilmente abertos
Sensação tenho, apenas de mim mesma...
Estou vendada
Invisibilidade desarranjada.
Sinto cheiros,
Cheiro do verde
Da terra
Peculiar essência da mata, adentrei em um ambiente florestal
Meus pés apalpam o desconhecido da escuridão
Além do chão, meço cada passo neste espaço vazio
Grande vazio do cego, solidão.
Dimensão exorbitante quando não se enxerga
Alastrando o fundo do ar
Meu corpo teima na dubiedade da imensidão deste vácuo
E minhas mãos de fricção delicada no silêncio árduo
Mantenho-me no espreito, tentando controlar o meu medo
Encontro algo enérgico
Apalpo com dedos sábios
Sinto o tronco áspero de uma bela árvore
Bela na minha imaginação
Como a vejo
Como a desejo
Como a quero
Gotas do orvalho molham minha face
Vida, sensação pura de Vida
O cheiro se intensifica
Meus pulmões se dilatam
Vem os sons da floresta
Ouvir, é só o que me resta
Sentir, através da minha alma, que se manifesta
Ando em círculos para poder me comunicar com os bichos
Pés dormentes pela terra úmida e fria
Calafrios sobem pela minha espinha
Atingindo sentimentos que a minha mente cria
Permaneço de olhos fechados
Eles já não me servem mais
Meu tato, me nutre
Mãos e pés achatados
Com meu corpo inquieto
Continuo cega
Rezo para enxergar...
O Futuro molda o Presente
E aqui, irei me entregar.
Encontro-me num espaço escuro
Tento andar em linha reta
Agarrando com cautela o ar que sinto, para atingir uma meta...
Mergulho na minha própria submissão
Com meus olhos inutilmente abertos
Sensação tenho, apenas de mim mesma...
Estou vendada
Invisibilidade desarranjada.
Sinto cheiros,
Cheiro do verde
Da terra
Peculiar essência da mata, adentrei em um ambiente florestal
Meus pés apalpam o desconhecido da escuridão
Além do chão, meço cada passo neste espaço vazio
Grande vazio do cego, solidão.
Dimensão exorbitante quando não se enxerga
Alastrando o fundo do ar
Meu corpo teima na dubiedade da imensidão deste vácuo
E minhas mãos de fricção delicada no silêncio árduo
Mantenho-me no espreito, tentando controlar o meu medo
Encontro algo enérgico
Apalpo com dedos sábios
Sinto o tronco áspero de uma bela árvore
Bela na minha imaginação
Como a vejo
Como a desejo
Como a quero
Gotas do orvalho molham minha face
Vida, sensação pura de Vida
O cheiro se intensifica
Meus pulmões se dilatam
Vem os sons da floresta
Ouvir, é só o que me resta
Sentir, através da minha alma, que se manifesta
Ando em círculos para poder me comunicar com os bichos
Pés dormentes pela terra úmida e fria
Calafrios sobem pela minha espinha
Atingindo sentimentos que a minha mente cria
Permaneço de olhos fechados
Eles já não me servem mais
Meu tato, me nutre
Mãos e pés achatados
Com meu corpo inquieto
Continuo cega
Rezo para enxergar...
O Futuro molda o Presente
E aqui, irei me entregar.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Apocalipse Subjetivo

Espanto-me em raios reluzentes de almas alheias, minha face rubra entrega sensações omissas de meu ser movido pela tempestade da excitação em sua inusitada dimensão. Vibrações cortam meu perispírito envolvendo-me por desejos indesejáveis ao meu gosto, amolecendo meu corpo e transfigurando minha carne. Neste transparente véu de miasmas, zonas inferiores fixam nas cores neutras; rascantes gritos inesperados manifestam-se por profetas assustados ocasionando uma explosão em minhas fibras. Em estado de emergência, um vento escuro bate pela face agora escarlate, com ar ingênuo, contrario ideologias maçantes ao meu ver e principalmente meu entender, estas, sem lógicas e nexo na prática ideal. Neste milênio, sacrifícios são postos por monstros apocalípticos, vestidos com seus ternos pretos e gravata cinza. Ora, ora, e quem há de seguí-los?? Muitos, na verdade todos os ignorantes, maior massa de nossa população. A veracidade é essencial, sim, sim, mas onde ela está? Neste relance de pensamentos delimito minhas conclusões perante fisgadas de meu coração, este sim sabe o certo, consegue mergulhar num mar de rosas em sua única imaginação. Volto ao reluto de minhas pulsões extasiadas, perdi-me em algumas palavras. Vislumbro lascas cintilantes exauridas dos opacos ternos pretos, força da fé, que me faz enxergar o bem do mal.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Sensitiva

Reabre o portal
Que tranquei com sete chaves
Reaparece a imagem
Nunca vista
Profundamente sentida.
Vejo os vôos das aves
No céu cinza de meu mundo
Onde me resguardo, me consolo.
Sentidos mal vividos
Riscam meu caminho
De raios dourados
Assentando em minha armadura
A dúvida constante
De traços marcados...
Conflitos pairam no ar
Mal consigo respirar
Corro com angústia...
Acho que preciso me isolar!
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Trânsito dos pensamentos

Transeuntes memórias
Vagueiam pela vereda cerebral,
Tortuosamente
Perfazem a perda das respostas
Escapando das vivências
Ocultas
Dissimuladas na fuga dos anseios
Buscada pela Alma
Rompidas pelo medo da matéria
Deixando resquícios
Pela ausência da transcendência
Da realização
De um milagre
Que sem urgência
Explodiria
Em sua plena magnificência!
Vagueiam pela vereda cerebral,
Tortuosamente
Perfazem a perda das respostas
Escapando das vivências
Ocultas
Dissimuladas na fuga dos anseios
Buscada pela Alma
Rompidas pelo medo da matéria
Deixando resquícios
Pela ausência da transcendência
Da realização
De um milagre
Que sem urgência
Explodiria
Em sua plena magnificência!
Acredite
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Fugir?
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Mar Divino

Céu azul de nuvens cinzas
Ofuscam minha pupila,
Cegam minha retina
Numa claridade repleta de energia.
Nos altos ares
Gaivota branca perpassa seu rasante à areia,
Sobrevoa no grito súbito
Quebrando ondas de sereia
No rebento furioso do mar
Peixes pratas são lançados
Dançando o acasalamento
Em pequenos espaços.
Raios dourados do Sol
Refletem na água
Emergindo o transcendental
Deste Deus primordial.
Cores se movimentam
Gerando plenitude...
Silêncio...
Esvaziando total meu pensamento
Irradia Luz eterna
Iluminando Seres da Terra
Transmutando suas fraquezas
Perante esta bela natureza!
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